Punho cerrado, caturra no asfalto,
minha revolta é o elo do passado.
Sistema faz laço pra calar a nossa voz,
mas não controla a força que pulsa dentro de nós.
Eles ditam regras, vendem a ilusão,
nós respondemos com barulho e contestação.
Luzes no chão de um teatro de molduras,
onde a obediência é a nova ditadura.
Não sou mercadoria, não sigo seu padrão,
minha rebeldia é a rima da geração.
Se o plano deles é cortar e oprimir,
é nessa resistência aprendi a resistir.
Gritando no mic ou rasgando a guitarra,
a nossa verdade quebra qualquer marra.
Podem bater de frente, tentar nos sufocar,
mas quem nasceu barulho nunca vai silenciar.
Não tem o nome, nem a série, não tenho como notificar.
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